Programa VooDoo deste domingo, 30/10

O Programa VooDoo desse domingo, 30/10, na Ipanema FM, começa às 20h30 devido à jornada esportiva, indo normalmente até as 22h.

Muita coisa boa como ASA, Daktaris, Kokolo, um projeto louco do Shawn Lee, a finada Amy, o Sly nosso de cada dia e umas surpresinhas bacanas. Também a agenda da semana e, claro, umas cortesias pro Bonde VooDoo no Ocidente. Não dá pra perder!

Sintoniza e participa por e-mail (voodoo@ipanema.com.br), ou por Twitter e Facebook do Oster, pedindo teu som ou dando pitaco. Nos 94.9 ou em www.ipanema.com.br.

Também tá rolando promo no Facebook VooDoo! Fica ligado!

Programa VooDoo

IpanemaFM, 94.9 ou www.ipanema.com.br

Nesse domingo, 30/10,
das 20h30 às 22h

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30 outubro

[01/11, terça] Bonde VooDoo no Ocidente #03

A VooDoo, literalmente, vai abrir nosso mês de novembro: mais uma vez, outra véspera de feriado, nosso Bonde vai ocupar a esquina da Osvaldo com a João Telles e sentar praça até que outro dia amanheça nas copas de uma Redenção preguiçosamente matinal.

Juliano Oster homenageia um professor e recebe um monstro da Velha Guarda de Porto Alegre na pista principal: a homenagem vai para o DJ Gê Powers, que completa 40 anos de ação na noite gaúcha, e a Equipe VooDoo tem a maior felicidade de finalmente anunciar DJ Edinei como convidado nos deques: com mais de 30 anos de discotecagem e passagem como residente no lendário Porto de Elis, Edinei dedicou-se posteriormente à programação de rádio, à pesquisa e ao comércio de discos e à produção cultural.

Pra selar o compromisso de pista nesta noite de homenagens e resgates, PC Capoeira dança novamente entre nós e, neste caso, as apresentações da lenda se tornam mesmo dispensáveis.

Na pista OX, a VooDoo recebe a Kingston Advice: sons do terceiro mundo que fissuram a hegemonia musical europeia e americana de forma avassaladora! Cláudio Cunha e Léo Garbin destilam o encontro da música jamaicana com outras expressões da música mundial, botando geral pra dançar.

Venha com sapatos confortáveis, como sempre!

Novembrina que começa assim, escreva aí: promete muito!

 

SERVIÇO

Bonde VooDoo no Ocidente #03
Residente: Oster
Convidados nos toca discos: DJ Edinei e Gê Powers
Convidado na pista: PC Capoeira, “A Lenda que Dança” (RJ)
Quando: 01/11, terça (véspera de feriado), 23h59
Local: Ocidente, João Telles esquina Osvaldo Aranha
Quanto: $25 na hora
$20 antecipado na Lancheria do Parque; no almoço do Ocidente; e na Donuts Shop (Lopo, 108)

Pista Ox: Kingston Advice (Léo Garbin & Cláudio Cunha)

 : : Os 100 primeiros pagantes ganham uma cerveja de cortesia! : :

 

A arte desta edição teve ilustração do Renan Santos e finalização do Andrio Catilio.

 

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27 outubro

Bootsy Collins, 60 anos

Ontem, 26 de outubro, o grande baixista e músico do funk 70′s, William “Bootsy” Collins, que afora sua virtuosa carreira solo integrou nada mais, nada menos, que The J.B.’s e Parliament Funkadelic, chegou aos sessentinha!

Um dos maiores nomes da história do funk, Bootsy começou cedo, e parece não querer parar. Em 1968, junto com seu irmão Phelps Catfish Collins, fundou os Pacesetters, que posteriormente foi chamada pra ser a banda de apoio de… JAMES BROWN. E foi esse conjunto que passou a ser chamado de J.B.’s. Os originais! A exemplo dos músicos anteriores, surgiram grandes dificuldades de relacionamento com o Mr Dynamite, rompendo o vínculo. Entre outros, gravou clássicos como Sex Machine, Super Bad e Soul Power.

Logo depois foi apresentado a GEORGE CLINTON, líder do Parliament Funkadelic, pra onde foi com alguns dos músicos dos J.B.’s, incluindo seu irmão. Iniciou-se uma época muito produtiva em sua carreira, pois além de integrar ativamente alguns discos do grupo (em seu auge), como o America Eats Its Young (1972), surgiu a ideia da criação de uma banda paralela, a exemplo do que ocorria com todo o conjunto dos músicos liderados e incentivados por Clinton. A Bootsy’s Rubber Band teve Bootsy Collins à frente, com alguns discos fantásticos na segunda metade dos anos 70, sempre com sua baixoleira VIOLENTA. À esquerda, a capa do de estreia, Stretchin Out in Bootsy’s Rubber Band (1976).

Já nos 80′s, em carreira solo, destaca-se o disco The One Giveth, The Count Taketh Away, de 1982. Após um período um pouco sumido dos estúdios e das grandes produções, no final dos anos 80 participou de um clássico da música pop com o grupo Deee-Lite: Groove is in the heart, de 1990.

 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=etviGf1uWlg&ob=av2n]

Em 97, o disco Fresh Outta ‘P’ University resgatou seu funk pesado e groovado. De lá pra cá lançou mais alguns discos, sendo o último esse ano, Tha Funk Capital of the World, contando com participações especiais de Samuel L. Jackson, George Clinton, dos rappers Ice Cube e Snoop Dog, do lendário músico Bobby Womack e do seu irmão Catfish Collins, que veio a falecer durante a produção do álbum, ano passado.

Curioso é saber que Bootsy originalmente era guitarrista e tinha em Jimi Hendrix sua grande inspiração. Designado ao baixo nos J.B.’s, tentava transferir seu afã pela virtuose e pelos efeitos no novo instrumento. James Brown, por outro lado, tentava incutir na sua cabeça o chamado “the one”, um ritmo de baixo mais cadenciado, a grande referência do seu soul. Bueno, foi na psicodelia e na loucuragem do Funkadelic que Bootsy se encontrou, posteriormente descarregando tudo na sua Rubber Band. Foi nesse período que criou personagens como o Bootzilla, vestiu fantasias extravagantes, e passou a utilizar o baixo em forma de estrela (space bass), tornando-a seu símbolo nas roupas, chapéus e óculos. Tem em Larry Graham, baixista do Sly & the Family Stone, criador do slap (técnica de baixo diferenciada, tocando com o polegar, num groove pesadíssimo), outra grande influência.

Bootsy chega aos 60 anos em grande forma. Nos últimos anos já ensinou música de forma voluntária e criou a Bootsy Collins Foundation.

Finalizando a homenagem ao peso pesado do funk, confere aqui esse belo tema, bastante recente, gravado com jovens músicos da Peterson Brothers Band, em prol da sua fundação e do John Lennon Educational Tour Bus, uma organização educativa que visa a prover jovens com música, ensaios, performances e demonstrações através de um estúdio móvel que roda os Estados Unidos no interior de um ônibus.

E tente não sorrir. ;)

 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=sDB16fvn3lk]

Saiba mais no AllMusic ou no site oficial do Bootsy Collins.

 

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27 outubro

Fotos da Noite VooDoo com o 1º FELA DAY RS

Foi numa Noite VooDoo de som impecável, público e músicos de rostos pintados e almas iluminadas que o Opinião abrigou o 1º FELA DAY RS. Culminando com INEBRIANTE apresentação da ABAYOMY AFROBEAT ORQUESTRA, tivemos outra noite histórica na Capital.

Show empolgante, inquietante, hipnótico. A banda executou sons próprios, além do afrobeat do “Black President”. Em Zombie, clássico absoluto, chamaram a participação especial do irmão Tonho Crocco, que encarnou Fela e destruiu. Coroados com uma discotecagem poderosa de Oster & Dr. Caiaffo antes e depois, reeditando a formação original da família VooDoo, tivemos muito afrobeat e muita black music numa homenagem mui digna em Porto Alegre. Confere as belas fotos e a onda que tomou todos nas fotos do Peter Krause no álbum do nosso Flickr.

Um grande toque foram as pinturas da queridíssima Bianca Duarte, dando o tom artístico no visual da plateia, também. Todo mundo queria, nem todos conseguiram. Muitas rainhas se fizeram presentes. A alegria foi dobrada. E a beleza, ampliada. ;)

Agora é se segurar que o Bonde já vai partir. Te antecipa e compra ingresso nos pontos de venda (Lancheria do Parque; almoço do Ocidente; Donuts Shop – Lopo, 108) pra próxima Festa VooDoo no Ocidente, dia 01/11, terça, na véspera de feriado.

 

 

Casa lotada com certeza!

Só não vai quem já morreu.

Tóin.

 

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25 outubro

Programa VooDoo novamente com duas horas de duração

Pois bem, bonecada!

O chefe gostou, o público aprovou e é definitivo: novamente o Programa VooDoo, na Ipanema, terá duas horas de duração. A partir de HOJE, 23 de outubro, nosso encontro ritualístico radiofônico dominical (eitcha!) começa às 20h. Em dia de jogos da dupla GreNal no Brasileirão às 18h ou 19h o programa atrasa seu início pra logo após o final da jornada esportiva BandIpanema. Mas, findo o certame da Rede Globo, É Programa VooDoo direto por duas ricas e groovadas horas nas ondas dos 94.9 ou pelo www.ipanema.com.br! Pimba!

E já te conclamamos pra nos agraciar com tua qualificada audiência HOJE: o programa vai fazer uma homenagem a um dos maiores nomes da história do funk e dos grooves universais, o estadunidense WILLIAM COLLINS, mais conhecido por BOOTSY COLLINS. O homem, sinônimo de funk pulsante e suingado, completa 60 anos de idade nesta quarta-feira, 26. Com currículo incomparável, Bootsy tem carreira influente, fez parte de bandas como The J.B.’s e Funkadelic - só pra ter noção – e lançou álbum esse ano! IMPERDÍVEL!

Nosso encontro tá marcado pras 20h de HOJE, em qualquer lugar do mundo, através da IpanemaFM, a “Ovelha Negra”!

 

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23 outubro

[1º FELA DAY RS] Fela Kuti, o afrobeat e sua influência no século XXI

Nesta sexta-feira, 21 de outubro, no Bar Opinião, ocorre o 1º FELA DAY RS na Noite VooDoo com show da ABAYOMY AFROBEAT ORQUESTRA. Pela primeira vez Porto Alegre celebra o evento mundial de homenagem a vida e obra de Fela Kuti, músico e ativista político nigeriano, criador do afrobeat, morto em 1997. Confere o video feito pela Catraca Filmes pra divulgação dessa noite histórica.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0Izds87eGjM]

Fela Kuti usou sua música como arma pra combater os abusos de poder da ditadura nigeriana. Suas letras provocativas, cuspidas com gana, e seu som vibrante e totalmente envolvente se proliferaram e, podemos dizer, viajaram no espaço e no tempo. Hoje, no século XXI, o afrobeat está mais vivo do que nunca, a exemplo do próprio Fela.

Fela

A cada ano, mais e mais lugares celebram o FELA DAY, data criada pra relembrar seu aniversário, em 15 de outubro. Assim o afrobeat vai se espalhando pelo mundo e influenciando cultura e produção musical. Ilustrando isso, reunimos duas matérias veiculadas recentemente: uma exaltando Fela Kuti e sua data; outra falando sobre o afrobeat como referência para diversas novas bandas no mundo.

A Piauí, no próprio dia 15 de outubro, publicou um breve e bom texto sobre Fela Kuti, sugerindo a sensação de que ele “segue vivo”. Biografia, musical na broadway, seus filhos, seus ideais políticos, o afrobeat e bandas atuais. Destaca ainda o documentário “Music is the weapon” e outros videos do músico. Vê a matéria completa aqui.

Abayomy

O Globo fez uma bela matéria sobre o legado de Fela Kuti, iniciando com o recente e premiado musical “Fela!”, produzido por Will Smith e Jay-Z. Depois ainda realça como a África está em alta (culturalmente falando) nos Estados Unidos e na Europa, e como o ritmo de Fela influencia a produção musical contemporânea, citando diversas bandas do chamado Afrobeat Revival, como Antibalas, Budos Band e a própria Abayomy Afrobeat Orquestra, do RJ, atração do nosso 1º FELA DAY RS. Confere a matéria na íntegra.

Na última década já surgiram diversas bandas no velho mundo e na terra do Tio Sam. Agora, no Brasil, o movimento está tomando corpo. Além da Abayomy, primeira do gênero no país, temos a Bexiga 70 de São Paulo, por exemplo, e músicos navegando pelo estilo, como o nosso parceiro Tonho Crocco e sua banda Partenon70 (o Fela Kuti e Africa70 dos pampas!).

Vem com a gente nessa Noite VooDoo com a ABAYOMY pro 1º FELA DAY RS, celebração histórica pra capital gaúcha!

 

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21 outubro

[21/10, sexta] 1º FELA DAY RS na Noite VooDoo com show da ABAYOMY AFROBEAT ORQUESTRA

O mês de outubro é marcado, no seu dia 15, pelo nascimento do criador do afrobeat. Em 1938, o músico e ativista Fela Kuti vinha ao mundo predestinado a fazer história através de sua obra artística e política. Depois de seu falecimento, em 02 de agosto de 1997, internacionalmente celebra-se sua memória e a atualidade de seu legado em eventos conhecidos como Fela Day.

A VooDoo, neste ano de 2011, com o intuito de seguir difundindo o tão pouco conhecido ritmo afrobeat no sul do país, bem como de seguir difundindo os princípios libertários pregados e vividos por Fela, tem o prazer de organizar o primeiro evento do tipo em Porto Alegre.

Para capitanear esta noite de africanidades, o palco do Opinião recebe – pela primeira vez em Porto Alegre – a Abayomy Afrobeat Orquestra, a primeira banda de afrobeat formada em nosso país, diretamente do Rio de Janeiro. A Abayomy foi criada para fazer o FELA DAY RJ, reúne 13 músicos do cenário nacional e apresenta um repertório onde clássicos do afrobeat misturam-se a composições próprias e onde as raízes da música africana misturam-se às suas derivações latinas nos ramos originalmente brasileiros.

Abayomy – que, em yorubá, significa encontro feliz –, Fela e toda a nova linhagem do afrobeat encontram Tins e Bens e tais. Com pouco mais de um ano de existência, já pisou em palcos respeitados do sudeste e prepara um primeiro disco com composições autorais.

Nos toca-discos, o convidado da vez é um antigo frequentador da casa: Dr. Caiaffo – um dos membros originais da equipe VooDoo, atualmente residente dos projetos Futuráfrica (Santos/SP) e Caixa Preta (São Paulo/SP) – volta a Porto Alegre para dividir a noite com o residente Oster. Pesquisador musical e colecionador de discos de vinil, editor do portal Feijão com Farofa e locutor do programa homônimo na minima.fm, ele promete voltar à VooDoo com a mala cheia de novidades e raridades do afrobeat em vinil. E também com toda aquela velha sede de tocar para a pista VooDoo até todo mundo perder as estribeiras.

Para completar o astral da festa, ainda teremos pinturas afro a cargo da maquiadora Bianca Duarte: residente em Porto Alegre, ela trabalha para editoriais e marcas de moda, já participou de algumas edições do Fashion Rio e SPFW, assim como em projetos de arte como a Exposição “Telas Vivas” do Grafiteiro Fernando “True”, ministra aulas de maquiagem e automaquiagem, e, desta vez, presta contribuição inestimável à africanização da pista VooDoo.

Africanize-se!! Venha conosco!!

 

SERVIÇO

1º FELA DAY RS
Noite VooDoo com show da ABAYOMY AFROBEAT ORQUESTRA (RJ)

Discotecagem
Oster & Dr. Caiaffo

Data
21/10, sexta-feira

Horário
23h

Local
Opinião, Rua José do Patrocínio, 834 – Cidade Baixa

Ingressos
1º lote: $25
2º lote: $30
na hora: $35

Pontos de venda
Lancheria do Parque (Osvaldo Aranha, 1086 – Bom Fim)
DonutsShop (Lopo Gonçalves, 108 – Cidade Baixa)
Complex (Protásio Alves, 3839 – antiga rótula, esq. Rua Gutemberg)
Lojas Trópico (Shoppings Iguatemi, Praia de Belas, Total, Moinhos, BarraShoppingSul, Bourbon Ipiranga, Canoas Shopping e Bourbon São Leopoldo)


Apoios
BD Divulgação
Catraca Filmes
DonutsShop
Núcleo Urbanóide
PressXpress
Cozinha de Afrodite
Tesch Transportes

Promoção
IpanemaFM

Realização
VooDoo

 

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13 outubro

Fotos de mais um Ritual Especial Afrobeat no mês de FELA KUTI

Mais uma vez tivemos um Ritual VooDoo memorável no mês de outubro.

Mais uma vez contando com live act poderoso de músicos talentosíssimos da cena portoalegrense (e brasileira), os presentes deleitaram-se numa noite recheada de muito afrobeat. Um astral todo especial, um clima sensacional e muita gente bonita numa festa que marcou muitos participantes (alguns debutantes!). Confere as belas fotos do Peter Krause no álbum do Flickr.

Rodrigo Siervo, Roger Canal, Celinho Brack, Cristiano Sassá e nosso Fela Kuti dos pampas, Tonho Crocco, incorporaram o criador do afrobeat e sua banda Africa 70 em dado período da festa, seguindo o compasso da discotecagem do residente Oster, dando-lhe nova forma e desenhando a loucura da noite. A bonecada delirou do início ao fim, e viu-se mais um Ritual maravilhoso, e tivemos mais uma VooDoo sensacional.

E partimos pra diante. Nosso FELA DAY não terminou aí. Dia 21 de outubro, uma sexta-feira, teremos o FELA DAY RS na Noite VooDoo no Bar Opinião. É a banda carioca ABAYOMY AFROBEAT ORQUESTRA, a primeira banda brasileira do gênero, já com mais de ano de estrada e muitos trabalhos autorais, a atração especial pra celebrarmos pela primeira vez no pago data mundialmente lembrada. De quebra, contaremos com o retorno do nosso Dr. Caiaffo como parceria luxuosa na discotecagem. Pra ficar mais bonito ainda, teremos pinturas afro feitas pela querida amiga e maquiadora Bianca Duarte, pra todo mundo entrar no espírito. Imperdível! Garante já teu ingresso antecipado pra mais essa data histórica!

Transformemos o Opinião no Shrine. Vejamos a Abayomy incorporar FELA & Africa 70. Admiremos as mulheres maquiadas como suas rainhas. Tornemos a capital gaúcha um pouco mais africana, e entremos pro hall das cidades que têm na sua oferta cultural os maiores eventos de comemoração do FELA DAY em todo o mundo.

Africanize-se! Venha conosco!
Afrobeat no go die!

 

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13 outubro

Renato Arcanjo e o Baile Charm de Madureira

No Festival Back2Black, na noite do Baile Charm de Madureira, encontramos um gaúcho que reside no Rio de Janeiro desde 1994, e que desde então frequenta os bailes de Charm na cidade. Hoje em dia, Renato Arcanjo é considerado um dos menestréis destes bailes. Dr. Caiaffo conversou com ele e você tem, abaixo, a transcrição deste papo. Aproveite!

“Uma das razões que fizeram eu fixar berço aqui foi a música. A black music, sem a menor sombra de dúvida. É uma coisa que eu já gostava lá em Porto Alegre e não tinha espaço. O máximo que eu escutava lá era um Earth, Wind & Fire, um Prince, e adorava quando tocava na rádio. Mas era o máximo que se tinha. Aí eu lembro que, num dia de chuva aqui no Rio, a gente não pode sair do Centro da cidade e eu fiquei ali pelo Centro, e aí fiquei perto do Bola Preta e comecei a escutar este tipo de música. Aí fui lá, subi, e era um baile de negrão, só tinha negrão, eu era o único branco que tinha lá. Todo mundo me olhando estranho pra caralho. Pô, mas era a minha música, não é? A música está associada à etnia da gente, eu tenho mistura como todos nós temos. Então, porra, eu me senti em casa mesmo sendo o único branco num baile que só tinha negrão. E aí foi o primeiro dia, foi o segundo dia, isso foi em 1995, foi o terceiro dia, o quarto dia, no quinto eu já estava dançando, me integrei com o pessoal, fiz amizade e, de lá pra cá, todas as quintas-feiras da minha vida, a não ser quando a minha mulher vai ganhar nenê, já temos quatro, eu frequento o baile que antes era no Bola Preta e agora é na Estudantina, e que tem as suas variações originárias lá no Vera Cruz, onde começou esta história toda, tem no Disco Voador, lá em Marechal Hermes, e no Viaduto Negrão de Lima, em Madureira. Então é um baile que está espalhado pela cidade, ele nasce na periferia, na região de Madureira, e vai se espalhando pelo Rio de Janeiro. E aqui a gente vê este movimento hoje, crescendo cada vez mais, é difícil porque a mídia é muito forte pra música branca, pra música comercial, pra música descartável, uma questão eminentemente financeira, mas a gente costuma dizer o seguinte: a gente aprendeu música, lá nos nossos primórdios, com os índios e os negros contando histórias para os seus filhos através da música, as mães embalando seus filhos e cantando, não é? Então a música tem uma origem muito importante, está associada à alma da gente. E pra quem gosta de música, gosta de black music, gosta de dança, é o espaço que a gente encontra pra manifestar aquilo que tem de mais forte dentro da gente.”

Dr. Caiaffo e Renato Arcanjo, no Back2Black Festival

“O baile de Charm é uma característica bem carioca. Ele nasce lá em Vera Cruz, nos bailes de Vera Cruz, e nasce com estes caras que estão tocando agora, que são o Corelo e o Fernandinho, que são dois DJs aficionados pela black music, e que lá nas décadas de 70 e 80 eles começam a tocar este tipo de música, influenciados por Earth, Wind & Fire, Marvin Gaye, esta turma toda. Aí começam estes bailes com a soul music. Começa a Motown, estas coisas todas, então começa um movimento aqui no Rio de Janeiro com estes dois DJs, Corelo e Fernandinho. E o nome baile de Charm vem pelo tipo de vestimenta. Eles buscam com este baile resgatar a cultura negra, resgatar o negro presente na sociedade através de uma das coisas que ele tem de bom, que é a música, o swing. Aí o que acontece? Com este resgate de autoestima do negro, então o próprio DJ influenciava pra ele se vestir bem, pra não estar maltrapilho, relaxado, de bermuda, ele tem que se vestir bem. Então, o que aconteceu? Nestes primeiros bailes de Charm, o pessoal começava a ir bem vestido, não tinha este nome, baile de Charm, mas – por conta desta autoestima resgatada –, inclusive na vestimenta, porque o pessoal ia de gravata, bacana, conforme os cantores americanos da década de 70 também, cantando de gravatinha, todo mundo bacana, então isso foi reproduzido aqui. Então o que aconteceu? Porra, o negrão tá charmoso… A vestimenta do pessoal e o estilo do pessoal dançar aquela black music com todo o swing, isso acabou dando o nome de baile de Charm, que tem a origem no R&B e na soul music basicamente. Ainda não tem aí, ainda é muito longe do hip-hop. Tanto é que o pessoal do Charm, se tu falas em hip-hop, eles ficam meio malucos, não gostam muito. Estão começando a aceitar mais só agora. Mas o baile de Charm tem este histórico, ele começa, ganha este nome através da vestimenta e do estilo de música pro negrão dançar, e acaba difundindo. Ele passa pelo Disco Voador, lá em Marechal Hermes, ele passa pelo Bola Preta, aí ele ganha uma força muito grande no viaduto Negrão de Lima. Por quê? Principalmente porque lá é um berço da música negra, é samba, é pagode, é chorinho, ou seja, é o Charm, é a soul music… aquela comunidade daquela região da Zona Oeste do Rio de Janeiro tem a música na veia, porque é uma comunidade basicamente de negros, entendeu? E cantam, e dançam, e tem sarau, e tem feijoada, tem pagode pra tudo quanto é canto. Quer dizer, a música está presente nas esquinas, quando estão fazendo um churrasquinho, entendeu? Então por isso que lá deu muito certo, porque lá o pessoal tem muita necessidade desta manifestação e tem isso no sangue. E ainda teve o apoio da Prefeitura, teve o apoio das rádios, teve o apoio dos DJs, porra… a entrada lá é R$1,00!! Ou seja, é uma entrada simbólica. Ele quer realmente integrar a comunidade pobre, trazer ela pra se divertir, pra brincar com aquilo que ela mais gosta. Por exemplo: aqui, o que é que está acontecendo hoje? O ingresso foi R$90,00 à guisa de black music, de integração, mas o que é que aconteceu? Foi todo ele patrocinado, não poderia ser mais barato pro pessoal de baixo poder aquisitivo ter uma maior presença? Isso aqui poderia estar mais cheio e com gente que realmente gosta, só que eles não puderam vir por conta disso, entendeu?”

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=QEc5FVXeNgU] Baile Charm do Viaduto de Madureira (CULTNE – Acervo Digital de Cultura Negra)

“O interessante da black music é o seguinte: não tem como não fazer sucesso. Por exemplo, se a black music estivesse associada às gravadoras, às grandes gravadoras, ela arrebentava no mundo. Por quê? Porque ela é a única que tem uma característica 100% dançante. É impossível ouvir sem se mexer, entendeu? É só a música negra que tem isso. Não é porque o negro tem três bolas, não… é porque é a característica dele, porra! A música clássica não sai do negro, a música clássica é bonita pra caralho, mas sai de nórdicos. Então eu não vou querer que saia música clássica de negrão. Eu não vou querer também que saia de branco um swing destes que está tocando aqui, agora. Então é uma questão de respeito às características das etnias e das raças. Só que, como é coisa de negro, parece que é uma coisa menor, que o negro é uma coisa menor. Mas é todo mundo gente igual. A diferença que tem é das características, cada raça tem a sua habilidade. Negro tem a sua habilidade e a música negra tem isso, tem swing, é impossível ouvir sem dançar. E a gente nota o seguinte: praticamente todas as pessoas que estão no baile estão querendo dançar, elas olham quem está dançando e têm vontade de repetir, só que não conseguem. Não conseguem por quê? Porque isso não está num lugar comum do dia-a-dia. Se esta música estivesse num lugar comum do dia-a-dia do branco, ao invés de ser somente aquela música mecanizada, ele estaria sambando um pouco mais ao invés de ficar batendo pé e dando soco no ar. Ia ser uma coisa um pouco menos agressiva e um pouco mais swingada. Embora falem que tem agressividade por parte das comunidades negras, isso não, o negro é menos agressivo que o branco na sua origem. Então falta um pouco de black music pras pessoas sacudirem um pouquinho o rabo e deixar esta moral de cueca de lado, que é muito característica da nossa área lá… eu tive oportunidade de conhecer todos os municípios do Rio Grande do Sul, sem exceção, e eu me lembro uma vez, chegando de caminhão com o motorista da Caixa em algum lugar que eu não vou citar o nome, mas veio um monte de criança, ele era negro, e apontavam pra ele dizendo “negro, negro, negro”….então era uma novidade um negro naquela cidade, porque as pessoas pareciam não conhecer sequer um negro ao vivo. Nunca me esqueço porque o negrão não sabia onde se meter, porque era daqueles negros que alisava o cabelo, ou seja, também era um negro preconceituoso. Então todo este preconceito que está espalhado por tudo quanto é canto, eu tenho certeza absoluta, se a gente tivesse um pouco mais de proximidade, através da música, com a cultura negra, se expandisse isso, isso contribuiria, sem dúvida nenhuma, pra diminuir um pouquinho do preconceito existente.” 

“Eu, por exemplo, eu sou casado, tenho quatro filhos, por isso eu não posso estar circulando pelos bailes da cidade. Eu já fico feliz da vida pela minha mulher me liberar pra este baile. Então eu vou ao baile sozinho e ela sabe que eu vou pra dançar. Pra mim, dançar é um processo praticamente espiritual, ou seja, um culto. É uma relação energética maravilhosa. As coreografias [do Baile Charm de Madureira], elas nascem também da coreografia da black music, do Michael Jackson, desta turma toda. E aqui o que é que ocorre? Estas coreografias, por exemplo, tem muitas minhas, tem outras de outros amigos lá de Madureira, muitas do pessoal de Marechal Hermes, estas coreografias, elas vêm há anos. E tem uma turma nova que vai chegando, vai criando outras, eu mesmo já enchi o saco de criar, eu não crio mais, eu deixo os outros criarem. Então toda hora tem gente chegando nova, molecada nova chegando cheia de tesão e criando coreografias. O que eles fazem? Eles treinam em casa, um, dois, três, e levam pro baile, botam pro grupo, o grupo aceita e sai dançando, daqui a pouco isso vira febre na cidade toda. E é interessante! Eu, por exemplo, uma grande parte do pessoal que está aqui, a grande maioria é do baile do viaduto. Eu, particularmente, tenho ido pouco lá. Eu vou na Estudantina. Mas eu ponho as coreografias da Estudantina aqui e sai todo mundo dançando. É muito de característica. Sempre dá pra notar que tem uma ou outra liderança que se destaca pra puxar as coreografias, não é? Como eu já tenho bastante tempo de estrada, você sabe que o diabo é mais temido por ser velho do que por ser diabo propriamente dito, não é? Então a experiência conta pra algumas coisas. Então eu já sou respeitado como menestrel da dança pelo pessoal. Então a gente chega no baile, porque muito desta molecada aprendeu a dançar com a gente… então estas coreografias a gente põe e a maioria vem atrás porque já conhece. Quem não conhece vai fazendo um passinho e outro e vai pegando. Mas estas coreografias estão espalhadas pela cidade. Todos os bailes são praticamente as mesmas coreografias, e tem mais de quinhentas. O local de aprendizagem é no baile, é um troço muito bacana. Eu lembro quando eu comecei… tem que chegar humildezinho, ficar lá no fim. O cara que é malandro fica lá na frente puxando a coreografia… quem sabe mais fica na frente. O pessoal que fica lá na rabeira vai aprendendo, vai aprendendo, aí vai embora, vai sendo promovido, tem toda uma relação hierárquica nestes bailes, que a gente, às vezes, passa desapercebido, mas tem toda uma relação também hierárquica. Ou seja, quem dança há mais tempo, quem dança bem, tem uma empatia maior com o pessoal, esses acabam fazendo com que o pessoal repita suas coreografias. Tipo assim: o cara chegou, não dá pra se meter, deixa o cara puxar a porra do baile, entendeu? É mais ou menos assim.”

Fonte: Blog Black Paradise (http://maurycio.wordpress.com/)

“Tem um funk que diz assim: qual a diferença entre o Charm e o funk? Então tem um respeito muito grande. Tem tudo. O que ocorre? Pelo fato do pessoal do Charm ser mais cascudo, do Charm, ele nasce com o pessoal mais de meia idade e a molecada vem atrás. Então ele tem um respeito maior. As coreografias do Charm são mais difíceis que as do funk, muito mais. Então isso também faz com que o pessoal respeite. Ou seja, a questão da dança é esta questão dos duelos mesmo. Quem produz mais, toma conta, acabou. Então tem este respeito muito grande do pessoal do funk pelo pessoal do Charm. O funk é a música eletrônica do Rio de Janeiro. Não tem diferença nenhuma, entendeu? Tem um pouco de batida diferente, mas o próprio DJ Marlboro costuma dizer que o funk é a nossa música eletrônica. A mesma coisa, não tem diferença nenhuma. A diferença que tem entre as comunidades é que a comunidade do funk é muito grande, ela está presente em todos os morros e o Charm não. Charm não é a dança do moleque, Charm é a dança do pai do moleque. O moleque que participou do funk hoje, quando ele estiver lá com seus trinta, trinta e poucos, ele vai curtir o Charm. O filho dele, os filhos dele, ou seja, é uma progressão mais geométrica do que aritmética, os filhos dele, ou seja, a comunidade do funk é muito maior por causa da molecada. Tem muito mais moleque do que velho, entendeu? Então esta é a razão principal pra comunidade ser maior. Outra questão fundamental: o funk já está na mídia há muito tempo, na mídia particular, mas na mídia da comunidade, na mídia do gueto, na rádio lá da própria comunidade. O pessoal quer invadir mesmo, o pessoal aqui no Rio é muito atrevido, e isso é bacana, ele quer invadir, ele quer tomar conta, ele não aceita submissão. Isso, de uma forma geral, todo mundo até aceita, mas não é muito como o negro gaúcho, que aceita esta submissão diante do branco, entendeu? Então ele quer se manifestar… não só se manifestar, porra, ele quer ser ouvido também! Então ele vai pra guerra pra ser ouvido! Esta é uma diferença muito grande. Por isso que o funk consegue atingir um número maior, porque a comunidade é mais organizada, é molecada e é mais aguerrida. Por consequência, não dá pra comparar a força do idealismo de um adolescente com um coroa de trinta e poucos anos que tem que alimentar os seus filhos. Então esta é a diferença entre o Charm e o funk. “ 

“A nata é a Lapa, malandro. A Lapa é uma maravilha, é uma explosão de black music. Eu, no sábado passado, fui com a minha filha, que tem 13 anos, é a mais velha, e ela queria assistir RAP, então teve uma apresentação de seis bandas de RAP, Negra Li, o Marechal, que eu conheci lá, bom pra caralho, então eu fui lá com ela. Cheguei lá às onze hora e saí de lá às 5 da manhã. Uma maravilha pujante! Pujante! A Lapa, no início da Mem de Sá, próximo ali ao Asa Branca, tem pelo menos uns 10 bares, um do lado do outro, com todo o tipo de black music que tu podes imaginar. Ela começava no Asa Branca com o Charm, com uma música negra, com samba, agora tem muito forró, mas aí em seguida é disco music, é afro music, é samba, é pagode, é chorinho, é RAP, é hip-hop pesado, é Charm… e é interessante que este complexo está aumentando porque o Centro do Rio está enriquecendo. Por exemplo, a Estudantina fica na Praça Tiradentes, que fica integrada à Lapa pela Lavradio. E isso tá fechando! A Praça Tiradentes hoje está arrumada, tá limpa, e sempre foi um pólo cultural, tem teatros, tem centros culturais, tem música, então isso está integrando. A Lapa, de uma forma geral, indo até a Praça Tiradentes, aquilo ali vai ser o reduto da divergência musical, que tem por grande força a black music.”

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ONBNOXqnEvQ]

 

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5 outubro

[09/10, domingo] Ritual VooDoo #23 Especial Afrobeat

Quem esteve na VooDoo de outubro de 2010 não nos deixará mentir: foi uma catarse coletiva na pista!! Um dançar sem eira nem beira acompanhado de explosões de riso e de cantos ancestrais libertados.

Passado um ano daquela noite inesquecível, a boa notícia é que vamos repetir a dose novamente, e vai ser bem pior.

Na VooDoo de outubro, começamos a celebrar um mês inteiramente dedicado ao criador do afrobeat, o músico e ativista nigeriano Fela Kuti. Oster recebe nos toca-discos o compositor, músico e ativista gaúcho Tonho Crocco, e juntos eles destilam do bom e do melhor em afrobeats e demais vertentes da música negra mundial.

Além disso, a VooDoo tem o prazer de receber novamente o Live Act mais explosivo da província: completando o serviço de discotecagem, Roger Canal (trompete e efeitos), Rodrigo Siervo (Sax Barítono e efeitos), Celinho Brack e Cristiano Sassá (percussão) fazem da pista do Cabaret um território livre para a improvisação eletroacústica, engrossando o caldo do som com harmonias instantâneas, batucada improvisada e manifestações improvisadas de canto e rima.

Traga também seu instrumento percussivo e participe deste momento único, porque nós queremos nada menos do que tocar novamente o terror na casa, garantindo o máximo de suor nos belos dias de uma nova primavera!

Afrobeat No Go Die!

 

SERVIÇO

Ritual VooDoo #23 Especial Afrobeat
residente Oster

Convidado: Tonho Crocco
Live Act com Tonho Crocco, Rodrigo Siervo, Roger Canal, Celinho Brack e Cristiano Sassá
Quando: 09/10, domingo, 21h
Local: Cabaret!, Independência nº 590
Quanto: $20 na hora$15 até 23h com nome na lista pelo site do Cabaret!, e-mail festavoodoo@gmail.com ou mural do evento no Facebook

: : Dose dupla de Polar até 23h : :

 

A arte do mês foi obra do Pedro Gutierres.

 

Poster: ritualvoodoo. Category: divulgação. Tags:, , , ,
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3 outubro